
Quem nos anos 60 e 70 não vivenciou os momentos do iê, iê, iê, da Jovem Guarda, das músicas, entre outros, de Erasmo Carlos, Roberto Carlos, Jerry Adriani, Eduardo Araújo. Pois é, o tempo passou. Essa turma ainda é bem lembranda, principalmente, este ano o rei completa 50 anos nos palcos, cantando, encantando - são muitas "emoções". São shows, discos, dvds. Comemorações e homenagens ao rei Roberto Carlos super merecidas. Ele vem atravessando essas décadas deixando sua marca seu registro. De "só você", "splish, splash", "calhambeque", "quero que vá tudo pró inferno", tantas lembranças, tardes de domingo, cantores no palco, e aí vem ele de medalhão no pescoço, anel de pedra vermelha no dedo, convidando seus colegas para se apresentar - "e agora o meu amigo Erasmo Carlos, é uma brasa Mora!. Ditou moda, da cabeça aos pés. Tudo que ele fazia virava moda, calça justa, de duas cores, camisa estampada, cabelos longos encaracolados ou não, medalhão, anel, botas. Tudo isso fazia a diferença na época. A jovem guarda, e ele Roberto Carlos, cantava e muito metido a besta, o criticavam, mas a juventude da época adorou, e o levou às alturas, vendeu muitos e muitos mil discos, milhões, encheu estádios, tantos desmaios, gritos, enfim, ele era o nosso rei. Enquanto lá fora Elvis Presley, The Beatles, Rolling Stones, aqui Roberto Carlos e os participantes do programa Jovewm Guarda faziam o momento musical. Roberto cantou o rock dos anos 60, enamorou-se e produziu muitas muitas românticas, a partir dos anos 70. Vireram as músicas religiosas - Jesus Cristo, A Montanha, Nossa Senhora e várias outras. Ainda hoje, Roberto Carlos, comemorando cinco décadas de música, composições lindas e marcantes - detalhes, proposta, emoções, são tantas. Também participou, ou melhor foi a estrela de três filmes - Roberto Carlos em Ritmo de Aventura - Diamante cor-de-rosa, 100... 200... 300...km por hora.
Com uma trajetória de vida que passa por momentos dificies, algumas portas fechadas, mas ele persistiu, acreditou e venceu. Então, quando aquele jovem cabeludo começou a cantar, a platéia e o público de casa sentiram um arrepio, uma vontade de se levantar da poltrona e, cantando com ele, mandar tudo pro inferno. Mesmo com críticas, ele superou barreiras e conquistou o espaço que até hoje alimenta com suas músicas românticas e maravilhosas, as quais fizeram tantos namorar, casar, amar, enfim ele é o ídolo dos anos 60 que ficou no coração e nas lembranças dos jovens daquela época e, que hoje ainda mexe com muitos corações quando se apresenta nos palcos dessa vida.
Roberto Carlos, és o cara, bicho!