segunda-feira, 4 de junho de 2012


Talves sua rua apresente esse aspecto por moradores que fazem isso, jogam os restos na rua, frente da sua casa, e olha, a casa de onde sai esse cano de sujeira, é uma casa grande e parece ser bem confortável. É um aspecto comum em muitas cidades da região que moro. O governo municipal não cuida, os vereadores não fiscalizam nem buscam fazer alguma coisa, nem os moradores se importam com isso. Daí, as cidades crescerem em meio ao lixo, esgotos a céu aberto, consequentemente, doenças constantes e repetitivas como doenças de pele, micoses, viroses, e a grande campeão - dengue. Se olharmos bem, estamos rodeados disso, lixo e esgoto.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Um banco de madeira revestido com retalhos de tecidos diversos e coloridos.


      Especulação

O que existirá no ser chamado "humano" por vezes tão "desumano"?
Tão cheio de explicações inesplicaveís
Boas ações tão mal intensionadas
Desejos nem sempre sinceros
Amores quase sempre passageiros, mesmo falando o contrário
Falando muito e fazendo pouco ou quase nada
quando faz é porque leva alguma vantagem
preferencialmente fica na sua deixando o resto se virar.

Qual será a de nós chamados de "humanos" ?
Se propagamos agressões pelos meios de comunicação
e ainda, temos a cara de pau de falar em paz e amor
deixando tudo se danar ao som de músicas vulgares
deixando ser propagado o máximo de violência e
se deixando envolver nesse vapor de falsas modéstias
Ah! nós seres "humanos"

Queremos paz, propagamos violências
Queremos amor, difudimos falsas esperanças
desamor e discordia em quase todos os momentos vividos
pouco ou quase nenhum momento de tranquila e verdadeira vivência.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Luka


Essa é a Luka. Em fevereiro, completará um ano que ela se foi.
"Viva todos os dias
como se fosse o último
Um dia você acerta." Luís Fernando Veríssimo

"Disparo contra o sol,
sou forte, sou por acaso ...
Mas se você achar
que eu tô derrotado
saiba que ainda estão
rolando os dados." Frejat

Chico 1

" Amaram o amor serenado
das noturnas praias
levantaram as saias
e se enluaravam de felicidade
naquela cidade
que não tem luar." Chico Buarque