
Tal como John F. Kennedy, Marilyn Monroe foi um símbolo da sua época. Embora os cr´ticos menosprezassem as suas capacidades como atriz, nenhum negava a magia desta personalidade do cinema que a tornou uma atração das bilheterias mundiais. A sua morte, na noite de 4 de agosto de 1962 - por um excesso de sedativos -, foi oficialmente declarada como "provável suicídio".
Explorada pelos jornais sensacionalistas durante a sua vida, Marilyn Monroe tornou-se, depois de morrer, alvo de inúmeros boatos. Entre estes, há histórias que lhe atribuem um romance com John F. Kennedy e com seu irmão Robert. O seu alegado caso com John teria começado no princípio da década de 50, prolongando-se ainda por todo o primeiro ano do seu mandato. Quando este envolvimento se tornou demasiado perigoso para o presidente, este teria pedido a Robert que consolasse a estrela, que era emocionalmente dependente.
Numa comemoração do aniversário do presidente no Madison Square Garden em 19 de maio de a962, diz-se que Robert pairava em volta da atriz como "uma borboleta em volta de uma chama". A uma amiga, Monroe confidenciou que o Kennedy mais novo queria casar com ela. E nesse verão ela lhe telefonou repetidamente para o Departamento de Justiça em Washington; o procurador-geral recusava-se a atender os seus telefonemas ou a respondê-los.
A 4 de agosto, Robert Kennedy chegou a Los Angeles e, segundo a empregada de Marilyn, visitou a atriz na mesma tarde. Teria vindo terminar o caso, se é que havia um caso. Nessa noite, passava das 23 horas, a atriz foi encontrada inconsciente em casa e lavada de urgência para o hospital, onde foi declarada morta.